No dia 24 de junho, a Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav) esteve presente no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, para uma importante reunião junto ao Fórum Nacional de Recuperação Empresarial e Falências (FONAREF). O encontro reuniu lideranças e representantes de diversas entidades da cadeia agroindustrial.
Durante a agenda, foi apresentado o Acordo de Cooperação nº 013 CNJ-MAPA, iniciativa que visa integrar os esforços no contexto da recuperação judicial do agronegócio e a Plataforma de Infraestrutura de Verificação Agrícola, Monitoramento e Conformidade de Grãos (VMG), em fase de teste, que é uma ferramenta impulsionada por inteligência artificial e tecnologias geoespaciais, capaz de atestar a correta aplicação dos recursos disponibilizados aos produtores rurais e servir de base para decisões dos magistrados frente ao pedido e acompanhamento de Recuperação Judicial.
O impacto dessa parceria reforça a perspectiva apresentada em 14 de abril pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que destacou na celebração do acordo, que a ferramenta permitirá avançar no fortalecimento da prestação jurisdicional e na segurança jurídica, garantindo mais integridade ao sistema, protegendo o produtor rural que atua de forma adequada e resguardar os interesses legítimos dos credores, desestimulando o uso indevido da recuperação judicial.
O Presidente Executivo da Andav, Paulo Tiburcio, representou a entidade no encontro e contribuiu ativamente no debate sobre os desafios da recuperação judicial no agronegócio e enfatizou a necessidade de garantir segurança jurídica e previsibilidade para a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva.
O encontro contou com a participação de diversas entidades: CNA, SRB, Abisolo, Acebra, Abiove, Febraban, Absia, Cosag/Fiesp, Abag, Sindiveg, CropLife Brasil, FGV Agro, IBDA e BB.
A presença da Andav nesta agenda reforça o compromisso institucional da associação em representar os interesses da Distribuição de Insumos Agropecuários e manter um diálogo constante e propositivo com o Poder Judiciário e os órgãos governamentais.





